Let there be love, let there be looove... (Let There Be Love, Oasis)
É, isso é uma coisa inevitável. Amor, love, liebe, amour, amore, seja em qualquer língua, todo mundo ama algum dia. Tem gente que diz que nunca amou, tem gente que diz que nunca vai parar de amar, e tem gente que diz que não quer amar. Well, cada um diz o que quer, mas é fato que indiscutivelmente, amar faz bem. Existem diversas formas de amor: o eros, que é o amor físico/sexual, se manifesta entre pessoas de sexos opostos; o philos, que é o amor entre amigos/amigas, o storge, que é o amor entre pessoas de uma mesma família (pais/filhos, filhos/pais, tios/sobrinhos, avós/netos etc.), e o amor agape, que é o amor incondicional (não se tem exemplo disso a não ser o amor que Deus têm por nós, no meu ver).
É tão bom, é muito bom estar perto de quem amamos. Nesse tempo, a gente esquece de tudo. Só nos preocupamos com aquela pessoa que é o objeto, o centro do nosso amor, e a essa pessoa devotamos o nosso tempo, os pensamentos, os desejos. A gente faz tudo pra poder estar perto de quem a gente gosta, mesmo que custe muito, e que dure pouco. A gente espera, se for preciso, pra poder ver, falar, sentir, abraçar quem a gente ama. E quando o momento chega, a gente sente aquele friozinho na barriga, o coração bate mais rápido, as mãos começam a tremer. É inexplicável. Incompreensível. Inpensável. Mas é bom. É doce, é sublime, é único o sentimento, é singular a emoção de estar, de falar, de abraçar quem você gosta. E quando a gente menos percebe, o momento passa, mas o sentimento fica. É, c'est l'amour.
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