Eis a ruína das pessoas: seu excesso de autoconfiança. Sobem tão alto, imaginam, fazem planos e sonham; exageram os fatos e observam alvos muito além de seu alcance. Mas, a realidade vem, e como a maré na praia, faz com que seus tão altos castelos de areia desmoronem. Se perdem na multidão de pensamentos e são impiedosamente golpeados pelos fatos. Oxalá se a vida não me fosse cruel assim.
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