a subjetividade das ideias e pensamentos existentes na
cabeça do ser humano é algo complexo demais de se entender. mas geralmente
aquilo que parece ser complicado desperta meu interesse e atenção (talvez essa
vontade de buscar dar um ponto de exclamação as interrogações da vida é que me
faz ser o que sou hoje: um ser que busca certezas ao invés de ser torturado com
os porquês que cercam a existência humana).
bem, de toda forma, dentro de nossas mentes reside algo que
possui tamanha força, que por vezes subestimamos esse poder residente em nós. cada
um de nós tem que lidar com diversos pensamentos, ideias e sentimentos, mas
frequentemente nos deixamos levar pela intuição, quando deveríamos utilizar o
poder da mente - a saber, algo que desde os tempos antigos é venerado: a razão.
agimos de maneira completamente irracional, impulsiva e impensada
em resposta a determinadas situações, sejam elas exteriores ou interiores a
nós. lançar mão do uso da razão como forma de estabelecer parâmetros e uma
linha-guia para nossas ações frente aos indivíduos que estão ao nosso redor ou
em relação a nós mesmos de fato é algo saudável e que deveríamos praticar com
mais frequência.
dessa forma, conseguimos nos libertar do vil domínio que as
paixões exercem sobre a maioria das pessoas, e passamos dessa forma a agir de
maneira desapegada, indiferente a qualquer jogo psicológico ou emocional que os
outros fazem conosco e obtemos vitória sobre nossos medos e sentimentos. porém,
usar a razão não significa a vitória, é apenas o início de uma caminhada na
qual a mente domina, e o coração obedece.
Nenhum comentário:
Postar um comentário