segunda-feira, 13 de maio de 2013

ideias, razão e sentimentos


a subjetividade das ideias e pensamentos existentes na cabeça do ser humano é algo complexo demais de se entender. mas geralmente aquilo que parece ser complicado desperta meu interesse e atenção (talvez essa vontade de buscar dar um ponto de exclamação as interrogações da vida é que me faz ser o que sou hoje: um ser que busca certezas ao invés de ser torturado com os porquês que cercam a existência humana).

bem, de toda forma, dentro de nossas mentes reside algo que possui tamanha força, que por vezes subestimamos esse poder residente em nós. cada um de nós tem que lidar com diversos pensamentos, ideias e sentimentos, mas frequentemente nos deixamos levar pela intuição, quando deveríamos utilizar o poder da mente - a saber, algo que desde os tempos antigos é venerado: a razão.

agimos de maneira completamente irracional, impulsiva e impensada em resposta a determinadas situações, sejam elas exteriores ou interiores a nós. lançar mão do uso da razão como forma de estabelecer parâmetros e uma linha-guia para nossas ações frente aos indivíduos que estão ao nosso redor ou em relação a nós mesmos de fato é algo saudável e que deveríamos praticar com mais frequência.

dessa forma, conseguimos nos libertar do vil domínio que as paixões exercem sobre a maioria das pessoas, e passamos dessa forma a agir de maneira desapegada, indiferente a qualquer jogo psicológico ou emocional que os outros fazem conosco e obtemos vitória sobre nossos medos e sentimentos. porém, usar a razão não significa a vitória, é apenas o início de uma caminhada na qual a mente domina, e o coração obedece.

Nenhum comentário:

Postar um comentário