(II de III)
“omnia mutantur, nihil interit”.
em uma daquelas madrugadas nas quais a insônia acaba fazendo uma
visita, andei lendo e me deparei com esta frase. “tudo muda, nada perece”
poderia ser uma tradução bem concisa de como a ordem das coisas acontece na
minha vida.
talvez perceber todas as experiências – quer sejam elas boas ou ruins –
como algo que pertence exclusivamente ao passado, e dessa forma fazer com que
elas estejam resumidas apenas a este período de tempo não faz sentido, concluí
depois de pensar e analisar a frase acima.
negar a influência dos fatos passados no tempo presente e no futuro,
quer seja este algo próximo ou distante é agir de forma tola. não é porque algo
que já passou e agora está sepultado no passado cessa de ter seus efeitos no
agora ou no amanhã. se eu agi de forma errada antes, aprendi com meus erros e
passei a agir de forma oposta, tomando um caminho diferente daquele que me
levou a falhar, ou se agi de maneira correta, percebi que estou já na estrada
que leva ao sucesso e ao bem-estar, seja ele intrapessoal ou interpessoal.
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