recentemente, enquanto tava vendo um filme no cinema, ouvi uma expressão que me despertou muito a atenção (talvez esse interesse despertado dentro de mim seja a razão deste texto). a expressão, no termo original que ouvi no filme, seria leap of faith, algo como salto de fé ou pulo de fé.
o contexto na qual esse termo estava inserido obviamente explicava a expressão, mas fiquei intrigado com essas pequenas palavras. obviamente, como não sei tudo, pesquisei pela Internet e vi que o termo é atribuído (de maneira errônea, destaco aqui) ao filósofo dinamarquês Kierkegaard.
bem, de maneira resumida, esse "salto de fé" significa crer em algo que a princípio parece ser impossível, intangível e inalcançável. obviamente, pelo fato da fé ser algo intrínseco à religião, esta expressão está intimamente ligada a prática religiosa.
a questão aqui é: a ideia de se lançar de cabeça numa experiência desconhecida a princípio assusta - e muito, diga-se de passagem - mas quem garante que tal experiência será algo ruim? e com base nessa premissa, por que sempre associamos o que nos é desconhecido a algo desagradável?
de toda forma, é bom arriscar, e dar um voto de confiança, um salto de fé no oceano das experiências desconhecidas. querendo ou não sempre achamos algo bom, independente dos erros e acertos que de maneira inevitável virão ao nosso encontro.
além das difinições bíblicas, alguém já disse que praticar a fé é ver o invisível e fazer o impossível. literalmente, o tal "salto no escuro".
ResponderExcluirAlexandre Neto